Amor é um verbo
#participação especial da nossa querida amiga Mary ;) Thank you *
A frase não é minha, quem me dera, mas assim que a ouvi fez todo o sentido. Amor é muito mais que um sentimento. Amar implica uma ação. Se não, como é que saberíamos que, de facto, alguém nos ama?
Esta perspetiva (para mim um modo de vida) é normalmente evidenciada em altura de Páscoa. Religiosidades à parte, que eu não sou nada dessas coisas, aquilo que todos os cristão celebram é a derradeira prova de amor. Jesus agiu. Por amor a nós. Sem olhar aos defeitos do Homem. E, oh! Como são tantos…
Repare-se que antes de morrer Ele garantiu a salvação eterna a um dos ladrões que tinha sido crucificado juntamente com ele. Simplesmente porque este creu. Porque teve fé.
Considero que ambas as coisas, se assim as poderei chamar, estão em falta atualmente: amor e fé. E a verdade é que andam de mãos dadas. É preciso ter fé naquele que nos é próximo para diariamente demonstrarmos o quanto o amamos. Apesar de todas as suas imperfeições.
Concluo assim que amar, pode sim, ser intencional. Pensemos no caso das mães, por exemplo. O amor maternal é conhecido por todos os esforços que as mulheres fazem ao longo da vida dos filhos em prol deles. Sacrifícios aqui incluídos. São provas diárias que acabam por falar muito mais do que um simples amo-te.
É óbvio que não estou a defender que não o devemos dizer. Claro que sim, por favor, não poupem nas palavras. Mas, mais do que isso, é preciso demonstrá-lo. E entenda-se aqui que o simples ato de o falar já inclui, por si só, uma ação. Já notaram o quáo é difícil para muitas pessoas assumirem isto?
Deixo aqui um conselho, se assim me permitirem: ajam, rapidamente. Amar é urgente. Prová-lo, ainda mais.
A definição de amor que sempre me serviu de referência foi apresentada pelo apóstolo Paulo. Um significado que ia muito além do simples sentir.
Amar dá trabalho? Dá. Amar exige de nós? Exige. Mas vale a pena. Muito. Senão, para que é que nascemos?
A frase não é minha, quem me dera, mas assim que a ouvi fez todo o sentido. Amor é muito mais que um sentimento. Amar implica uma ação. Se não, como é que saberíamos que, de facto, alguém nos ama?
Esta perspetiva (para mim um modo de vida) é normalmente evidenciada em altura de Páscoa. Religiosidades à parte, que eu não sou nada dessas coisas, aquilo que todos os cristão celebram é a derradeira prova de amor. Jesus agiu. Por amor a nós. Sem olhar aos defeitos do Homem. E, oh! Como são tantos…
Repare-se que antes de morrer Ele garantiu a salvação eterna a um dos ladrões que tinha sido crucificado juntamente com ele. Simplesmente porque este creu. Porque teve fé.
Considero que ambas as coisas, se assim as poderei chamar, estão em falta atualmente: amor e fé. E a verdade é que andam de mãos dadas. É preciso ter fé naquele que nos é próximo para diariamente demonstrarmos o quanto o amamos. Apesar de todas as suas imperfeições.
Concluo assim que amar, pode sim, ser intencional. Pensemos no caso das mães, por exemplo. O amor maternal é conhecido por todos os esforços que as mulheres fazem ao longo da vida dos filhos em prol deles. Sacrifícios aqui incluídos. São provas diárias que acabam por falar muito mais do que um simples amo-te.
É óbvio que não estou a defender que não o devemos dizer. Claro que sim, por favor, não poupem nas palavras. Mas, mais do que isso, é preciso demonstrá-lo. E entenda-se aqui que o simples ato de o falar já inclui, por si só, uma ação. Já notaram o quáo é difícil para muitas pessoas assumirem isto?
Deixo aqui um conselho, se assim me permitirem: ajam, rapidamente. Amar é urgente. Prová-lo, ainda mais.
A definição de amor que sempre me serviu de referência foi apresentada pelo apóstolo Paulo. Um significado que ia muito além do simples sentir.
O amor é paciente, o amor é bondoso. Não inveja, não se vangloria, não se orgulha.
Não maltrata, não procura os seus interesses, não se ira facilmente, não guarda rancor.
O amor não se alegra com a injustiça, mas alegra-se com a verdade.
Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.
Amar dá trabalho? Dá. Amar exige de nós? Exige. Mas vale a pena. Muito. Senão, para que é que nascemos?
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