O bom, o mau e... a essência
#Pretty
Existem pessoas no mundo que reconhecemos como sendo boas pessoas. Outras há que identificamos inequivocamente como más pessoas.
Mas será que o bom e o mau se excluem mutuamente?
Tanto o bom como o mau pertencem à natureza humana. Somos maioritariamente bons porque vivemos em sociedade e nos foi ensinado que é assim que deve ser.
Mas em situações extremas, o nosso instinto de sobrevivência vem à tona e somos capazes de atitudes que, racionalmente, atribuímos a pessoas más.
Se por um lado a natureza humana determina o comportamento de todos e de cada um, não menos verdade é que, por sermos um ser vivo dotado de inteligência, temos – e ainda bem – a capacidade de moldarmos os nossos comportamentos de forma a que sejam adequados às mais diversas situações.
É esta nossa capacidade racional que nos permite ser boas pessoas, quando só nos apetece magoar alguém.
É a nossa inteligência que nos permite conjugar o racional e o emocional até encontrarmos o equilíbrio.
Ninguém é totalmente bom, como ninguém é totalmente mau.
Vê para lá das palavras. Escuta. Observa. Coloca-te no lugar do outro. E percebe o que está na origem de determinados comportamentos. Quem sabe se aquela pessoa não tem um problema e precisa de ajuda?
Olha para a pessoa e esforça-te para, efetivamente, veres a sua essência.
Existem pessoas no mundo que reconhecemos como sendo boas pessoas. Outras há que identificamos inequivocamente como más pessoas.
Mas será que o bom e o mau se excluem mutuamente?
Tanto o bom como o mau pertencem à natureza humana. Somos maioritariamente bons porque vivemos em sociedade e nos foi ensinado que é assim que deve ser.
Mas em situações extremas, o nosso instinto de sobrevivência vem à tona e somos capazes de atitudes que, racionalmente, atribuímos a pessoas más.
Se por um lado a natureza humana determina o comportamento de todos e de cada um, não menos verdade é que, por sermos um ser vivo dotado de inteligência, temos – e ainda bem – a capacidade de moldarmos os nossos comportamentos de forma a que sejam adequados às mais diversas situações.
É esta nossa capacidade racional que nos permite ser boas pessoas, quando só nos apetece magoar alguém.
É a nossa inteligência que nos permite conjugar o racional e o emocional até encontrarmos o equilíbrio.
Ninguém é totalmente bom, como ninguém é totalmente mau.
Vê para lá das palavras. Escuta. Observa. Coloca-te no lugar do outro. E percebe o que está na origem de determinados comportamentos. Quem sabe se aquela pessoa não tem um problema e precisa de ajuda?
Olha para a pessoa e esforça-te para, efetivamente, veres a sua essência.
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