O Poder dos Sonhos
#Sunshine
Freud definiu que "o sonho é a satisfação que o desejo se realize".
Não poderia concordar mais em discordar. Temo que o sonho está no nosso inconsciente para nos fazer lutar por algo que nos foi negado, cria no nosso imaginário uma realidade paralela onde o conforto do que se deseja faz aliviar o corpo e suspirar de satisfação. Afinal, estou a concordar com Freud... quem diria?!
"Sonhamos que é possível outro mundo e tornaremos realidade esse outro mundo possível", já isto escreveu Luís Sepúlveda, que deixou de sonhar ontem...ou talvez não. Pois como "o sonho comanda a vida" (António Gedeão) talvez depois da vida estaremos livres de viver os nossos sonhos e então torná-los sempre realidade.
A verdadeira essência está em como separar o sonho do pesadelo. Sentimos o sonho como algo agradável, que nos permite atingir o mais íntimo dos nossos desejos e ambições, onde o que queremos muito se concretiza. Temos aquela sensação no corpo que, mesmo a descansar, permite alcançar ativamente o que mais queremos, aquela pessoa, aquele momento, aquela conquista. Mas tanto o sonho faz isso como o pesadelo. E onde o objeto de sonho pode tão depressa passar a centro do pesadelo. Que mesmo com o corpo em descanso o torna tenso, desassossegado e intranquilo. Que nos revolta a alma e nos faz acordar. Nervosos, sem noção de onde começa a realidade e onde acabou o sonho... ou o pesadelo.
Tanto o sonho como o pesadelo podem acompanhar-nos o dia... fazer-nos criar a ansiedade ou o conforto dentro de nós. Levar-nos a falar com as pessoas que, sem pedir autorização, nos "entraram" no pensamento e nos fazem querer esclarecer espaços e recantos da nossa vida; como a estarmos a vasculhar em cada hora aspectos do nossos passado e cruzá-los com um presente que não queríamos ou com um passado que não pedimos que voltasse. Tanto queremos afastar o pesadelo como o queremos transformar para que afinal seja o sonho...
Quer isso dizer que os pesadelos podem ser o resultado dos nossos sonhos não concretizados?
Ou que os nossos sonhos podem ter facilmente a capacidade de se tornarem pesadelos, quando houve esforço a mais ou empenho a menos?
O que nos resta, tanto para o sonho como para o pesadelo, é acordar. Voltar para o que é real, mesmo que sentíssemos necessidade de ter mais respostas, mais aquele momento, mais uma vez aquela sensação.
Definirmos o nosso caminho afastando fantasmas.
Dar força ao que está ao nosso alcance.
Concretizar, manter, reinventar.
Dar mais valor ao que temos.
E este é o verdadeiro "Poder dos Sonhos".
Freud definiu que "o sonho é a satisfação que o desejo se realize".
Não poderia concordar mais em discordar. Temo que o sonho está no nosso inconsciente para nos fazer lutar por algo que nos foi negado, cria no nosso imaginário uma realidade paralela onde o conforto do que se deseja faz aliviar o corpo e suspirar de satisfação. Afinal, estou a concordar com Freud... quem diria?!
"Sonhamos que é possível outro mundo e tornaremos realidade esse outro mundo possível", já isto escreveu Luís Sepúlveda, que deixou de sonhar ontem...ou talvez não. Pois como "o sonho comanda a vida" (António Gedeão) talvez depois da vida estaremos livres de viver os nossos sonhos e então torná-los sempre realidade.
A verdadeira essência está em como separar o sonho do pesadelo. Sentimos o sonho como algo agradável, que nos permite atingir o mais íntimo dos nossos desejos e ambições, onde o que queremos muito se concretiza. Temos aquela sensação no corpo que, mesmo a descansar, permite alcançar ativamente o que mais queremos, aquela pessoa, aquele momento, aquela conquista. Mas tanto o sonho faz isso como o pesadelo. E onde o objeto de sonho pode tão depressa passar a centro do pesadelo. Que mesmo com o corpo em descanso o torna tenso, desassossegado e intranquilo. Que nos revolta a alma e nos faz acordar. Nervosos, sem noção de onde começa a realidade e onde acabou o sonho... ou o pesadelo.
Tanto o sonho como o pesadelo podem acompanhar-nos o dia... fazer-nos criar a ansiedade ou o conforto dentro de nós. Levar-nos a falar com as pessoas que, sem pedir autorização, nos "entraram" no pensamento e nos fazem querer esclarecer espaços e recantos da nossa vida; como a estarmos a vasculhar em cada hora aspectos do nossos passado e cruzá-los com um presente que não queríamos ou com um passado que não pedimos que voltasse. Tanto queremos afastar o pesadelo como o queremos transformar para que afinal seja o sonho...
Quer isso dizer que os pesadelos podem ser o resultado dos nossos sonhos não concretizados?
Ou que os nossos sonhos podem ter facilmente a capacidade de se tornarem pesadelos, quando houve esforço a mais ou empenho a menos?
O que nos resta, tanto para o sonho como para o pesadelo, é acordar. Voltar para o que é real, mesmo que sentíssemos necessidade de ter mais respostas, mais aquele momento, mais uma vez aquela sensação.
Definirmos o nosso caminho afastando fantasmas.
Dar força ao que está ao nosso alcance.
Concretizar, manter, reinventar.
Dar mais valor ao que temos.
E este é o verdadeiro "Poder dos Sonhos".
#day35 interrompted #day12
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