Equilíbrio da vida
#Pretty
É preciso encontrar o equilíbrio no mundo desequilibrado em que vivemos.
As pessoas foram tomadas pelo exagero e, ou querem mesmo muito uma coisa ou alguém, ou não querem mesmo nada nem ninguém.
A velha expressão popular ‘ou se ama ou se odeia’ é apanágio disso mesmo, da necessidade de ver tudo a preto e branco e esquecer a infinita quantidade de cinzentos que existe entre o 8 e o 80.
O equilíbrio é aquilo que nos permite manter uma vida saudável, física e psicologicamente.
Se comeste demais hoje, amanhã redobras o exercício. Se hoje passaste o dia sem fazer nada no sofá, amanhã farás todas as tarefas que hoje não realizaste.
Acima de tudo: se queres o bem de alguém, não coloques o teu em causa. Costumam chamar-lhe altruísmo e costumam dizer que é das maiores virtudes que um ser humano pode ter.
Mas como pode ser assim tão espetacular quando leva alguém a colocar-se a si mesmo em causa? A descuidar da sua felicidade, da sua proteção, do seu cuidado?
O equilíbrio é o que nos mantém vivos e digo isto literalmente. Temos dia e temos noite, temos sol e temos lua, temos calor e temos frio, temos tempo seco e temos chuva, temos alegria e temos tristeza, temos sorrisos e temos lágrimas.
É este equilíbrio que nos mantém sãos. É este equilíbrio que precisamos de manter nas nossas relações interpessoais, por mais altruístas que sejamos.
Não podemos esperar fazer o bem quando fazemos mal a nós próprios. Não podemos querer a felicidade do outro quando descuramos a nossa.
Ser altruísta não deve ser sinónimo de cuidar mais do outro do que nós próprios.
É preciso encontrar o equilíbrio no mundo desequilibrado em que vivemos.
As pessoas foram tomadas pelo exagero e, ou querem mesmo muito uma coisa ou alguém, ou não querem mesmo nada nem ninguém.
A velha expressão popular ‘ou se ama ou se odeia’ é apanágio disso mesmo, da necessidade de ver tudo a preto e branco e esquecer a infinita quantidade de cinzentos que existe entre o 8 e o 80.
O equilíbrio é aquilo que nos permite manter uma vida saudável, física e psicologicamente.
Se comeste demais hoje, amanhã redobras o exercício. Se hoje passaste o dia sem fazer nada no sofá, amanhã farás todas as tarefas que hoje não realizaste.
Acima de tudo: se queres o bem de alguém, não coloques o teu em causa. Costumam chamar-lhe altruísmo e costumam dizer que é das maiores virtudes que um ser humano pode ter.
Mas como pode ser assim tão espetacular quando leva alguém a colocar-se a si mesmo em causa? A descuidar da sua felicidade, da sua proteção, do seu cuidado?
O equilíbrio é o que nos mantém vivos e digo isto literalmente. Temos dia e temos noite, temos sol e temos lua, temos calor e temos frio, temos tempo seco e temos chuva, temos alegria e temos tristeza, temos sorrisos e temos lágrimas.
É este equilíbrio que nos mantém sãos. É este equilíbrio que precisamos de manter nas nossas relações interpessoais, por mais altruístas que sejamos.
Não podemos esperar fazer o bem quando fazemos mal a nós próprios. Não podemos querer a felicidade do outro quando descuramos a nossa.
Ser altruísta não deve ser sinónimo de cuidar mais do outro do que nós próprios.
Porque, no fim de contas, só restamos nós.
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