Música, a deusa da alegria e da tristeza
#Pretty
Há quem não viva sem música e eu sou, claramente, uma dessas pessoas.
Estou a escrever este texto com as palavras a serem embaladas por uma playlist aleatória do Spotify, o meu melhor amigo desta era digital.
Dei por mim a pensar nas origens da música e, depois de uma muito breve busca pelo Google, descobri que os gregos tinham uma deusa para esta arte. Chamava-se Euterpe e, além da música, era também a deusa da poesia lírica.
Eu vejo a música como um veículo de comunicação que diz muito sobre cada um de nós.
A música que ouvimos em determinado momento é capaz de dizer ao outro qual é o nosso estado de espírito.
O ato de dançar pode ser uma conversa entre dois corpos, sem que seja dita uma única palavra.
O som tem a capacidade excecional de nos transportar para onde quisermos. Só temos que fechar os olhos e deixarmo-nos levar por ele.
E nem é preciso tratar-se de música.
Pode ser apenas o som de uma onda a terminar com toda a sua força na arrebentação de uma praia como que a avisar da tempestade que aí vem; pode ser apenas o som de pássaros a baterem as asas no movimento de busca por algo; pode ser apenas o som da respiração da nossa alma gémea que tem a capacidade de nos acalmar em momentos de aflição.
O som é o transporte das mais variadas sensações. Tem o poder de nos fazer rir e chorar; de nos recordar de coisas boas e coisas más; de nos fazer dançar, mas nunca de nos deixar sem emoções.
O som, a música, podem ser os nossos melhores amigos, como também os nossos piores inimigos.
Só depende da forma como os interpretamos, da forma como os recebemos no nosso estado de espírito.
Há quem não viva sem música e eu sou, claramente, uma dessas pessoas.
Estou a escrever este texto com as palavras a serem embaladas por uma playlist aleatória do Spotify, o meu melhor amigo desta era digital.
Dei por mim a pensar nas origens da música e, depois de uma muito breve busca pelo Google, descobri que os gregos tinham uma deusa para esta arte. Chamava-se Euterpe e, além da música, era também a deusa da poesia lírica.
Eu vejo a música como um veículo de comunicação que diz muito sobre cada um de nós.
A música que ouvimos em determinado momento é capaz de dizer ao outro qual é o nosso estado de espírito.
O ato de dançar pode ser uma conversa entre dois corpos, sem que seja dita uma única palavra.
O som tem a capacidade excecional de nos transportar para onde quisermos. Só temos que fechar os olhos e deixarmo-nos levar por ele.
E nem é preciso tratar-se de música.
Pode ser apenas o som de uma onda a terminar com toda a sua força na arrebentação de uma praia como que a avisar da tempestade que aí vem; pode ser apenas o som de pássaros a baterem as asas no movimento de busca por algo; pode ser apenas o som da respiração da nossa alma gémea que tem a capacidade de nos acalmar em momentos de aflição.
O som é o transporte das mais variadas sensações. Tem o poder de nos fazer rir e chorar; de nos recordar de coisas boas e coisas más; de nos fazer dançar, mas nunca de nos deixar sem emoções.
O som, a música, podem ser os nossos melhores amigos, como também os nossos piores inimigos.
Só depende da forma como os interpretamos, da forma como os recebemos no nosso estado de espírito.
Só depende da forma como encaramos a vida em determinado momento.
A música, o som, dizem sem palavras o que o coração quer gritar.
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